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Cadeirantes têm dificuldades de locomoção nas ruas de Amparo

Os cadeirantes e pessoas com deficiência de Amparo têm que se comportar como verdadeiros atletas nas ruas centrais e não devem circular sem acompanhantes porque correm risco de sofrer acidentes nas rampas e calçadas construídas, muitas vezes, sem as especificações corretas e de forma inadequadas.

É o caso, por exemplo, de Ederley, mais conhecido como Goiaba, que há sete anos sofreu acidente que o deixou tetraplégico e se locomove em uma cadeira motorizada. Ele explica as dificuldades que encontra para transitar nas ruas e entrar em lojas, bancos, prédios públicos e estabelecimentos comerciais em geral.

“Quando quero ir à biblioteca, minha acompanhante me deixa esperando na calçada e traz os livros para eu escolher porque não há rampa de acesso que me possibilite adentrar ao estabelecimento.”

O principal problema apontado por Ederley são as rampas construídas nas calçadas, junto ou não às faixas de pedestres, com medidas fora do padrões determinados pelas Normas Brasileiras Reguladoras que é de 1,20m de largura sem desnível entre o término do rebaixamento da calçada e o leito carroçável.

As inclinações das rampas devem dar condições para que os cadeirantes subam e desçam sozinhos sem precisar que os acompanhantes ajudem a segurar as cadeiras, que é o que acontece atualmente, de acordo com Goiaba e sua acompanhante Aisha.

Há pelo menos dois exemplos de rampas inadequadas no centro da cidade, de acordo com Goiaba. Uma na esquina da rua 13 de Maio, ao lado do antigo Palacinho das Crianças e outra ao lado de uma agência bancária, também na rua13.

As lojas e estabelecimentos comerciais em geral também não têm rampas de acesso, o que impossibilita o acesso de cadeirantes.


IBDD 

O Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência conseguiu na Justiça, em 2010, aprovar lei em que prédios públicos são obrigados a oferecerem acessibilidade às pessoas com deficiência, sob pena de multa de 10 mil reais por dia, caso a medida seja descumprida.

Desde 2008, no Brasil, foi aprovada legislação de acessibilidade nos transportes públicos. 
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