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Hopi Hari assina novo TAC com o MP e reabrirá sem três atrações

O Hopi Hari, em Vinhedo (SP), assinou um novo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nesta quinta-feira (22) com o Ministério Público e reabrirá sem três atrações neste domingo (25), às 11h. Além do La Tour Eiffel, atração onde ocorreu a morte de Gabriela Yukari Nichimura, o West River Hotel e o Simulakron precisam receber adequações de segurança para voltar a funcionar. O parque de diversões ficou fechado por 20 dias para vistorias técnicas de uma equipe comandada pelo MP.

O termo estabelece ainda a obrigação do Hopi Hari de executar, em até 60 dias, adequações e melhorias apontadas dos pareceres técnicos emitidos pelo Centro de Apoio Operacional à Execução (CAEx) do Ministério Público após as vistorias realizadas em 13 atrações do parque. Essas adequações não foram específicadas pela assessoria de imprensa do MP.

Além disso, o parque deverá implantar sinalização “clara e objetiva” acerca da impossibilidade de uso de determinado assento que está em uma atração em operação. A principal suspeita da investigação da morte da garota aponta que ela teria sentado em uma cadeira inativa.

Comunicação visual
Outro compromisso firmado é de que o parque substituirá todo aviso ou comunicação visual dirigida aos técnicos de manutenção e operação, que esteja em língua estrangeira, por outro sinal ou aviso em língua portuguesa. No prazo de 12 meses, também deverá providenciar a tradução para a língua portuguesa todos os manuais das atrações do parque.

De acordo com a assessoria do MP, o Hopi Hari se comprometeu a permitir a vistoria, por equipe interprofissional formada por técnicos do MP, IPT e Corpo de Bombeiros, ou outro órgão, público ou privado, a serviço do MP, dos procedimentos de segurança das atrações da área de Aribabiba e da atração Giranda Mundi, ainda não vistoriadas, antes do início de suas atividades para o público.

Atrações fechadas
Ainda segundo a assessoria do MP, o West River Hotel precisará ser adequado às normas da ABNT e o Simulakron precisará de um sistema de monitoramento por meio de câmera infravermelha, com operador exclusivo. Em 30 dias, o parque deverá buscar junto ao fabricante do Simulakron a possibilidade de implementação de dispositivo que não permita o início ou a continuação da operação caso o cinto de segurança não esteja devidamente posicionado.

Já as atrações Montezum e Vurang deverão receber, de imediato, procedimento de duplo controle do fechamento das travas de segurança na operação. O parque também terá de aprimorar o roteiro de orientação ao usuário, de forma a chamar atenção para o efetivo fechamento das travas. A implantação dessas melhorias deverá ser comprovada em sete dias. Os fabricantes dos dois brinquedos deverão ser consultados sobre a possibilidade de implementação de dispositivo que impeça o início da operação, caso as travas de segurança não estejam corretamente posicionadas.

O TAC, assinado pelos promotores de Justiça Ana Beatriz Sampaio Silva Vieira e Rogério Sanches Cunha prevê multa diária de R$ 95 mil para o caso de descumprimento de quaisquer das cláusulas.

Com informações G1/Campinas
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