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Firjan avalida gestão Miotta e revela dificuldade em investimentos; veja

Municípios brasileiros estão longe de ter boa administração de suas finanças e padecem com problemas como baixo nível de investimentos, pequena arrecadação própria, dívidas roladas de um ano para o outro e elevados gastos com funcionários.

Somados, esses entraves fazem com que apenas 2% das cidades (95, em número absoluto) tenham uma gestão fiscal de "excelência" e outros 11,4% sejam consideradas com "boa" nota.

Na outra ponta, 64% dos municípios receberam uma classificação "difícil" ou "crítica", segundo o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) 2010, divulgado pela primeira vez.

A gestão do prefeito Paulo Miotta (PT) em Amparo (SP), avaliada pelo Firjan ficou na posição de número 1637 entre os 5266 municípios do país. Entre os 629 municípios do Estado de São Paulo, Amparo está na posição de número 298.

A leitura do IFGF é simples: a pontuação varia entre 0 e 1. Quanto mais próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município no ano em observação. Amparo recebeu nota, 0,6199 e está no conceito B, com resultados que ficaram entre 0,6 e 0,8 pontos.

As notas mais baixas da gestão Miotta está com gastos com pessoal, que recebeu nota 0,5948 e investimentos com nota 0,4388, ficando no grupo C, classificada como gestão com dificuldades. A maior nota foi em custo da dívida com 0,8529, classificada como gestão de excelência.

Acompanhe os gráficos publicados pela Firjan:






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