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Marcelo Henrique | Poema Jardineiros de Deus






Jardineiros de Deus

Amai, filhos da Terra, a alma do mundo
E aproveitai a chance de um segundo,
Que sempre será tempo de aprender.
Senti, filhos da vida, a vida em vós.
Preciso é que, hoje, ergais a própria voz
Para o vosso irmãozinho defender.

Plantai, filhos da luz da Nova Era,
As sementes que tanta gente espera:
As luzes do Evangelho, em novo dia!
Sendo filhos do Pai onipotente, 
Sede, perante o mundo tão descrente,
Jardineiros de Deus, que Deus envia.

Segui, filhos da paz, vosso caminho,
Pois um filho de Deus não vai sozinho
E nem há de ficar desamparado.
Ó filhos das estrelas cintilantes,
Vossos gestos de amor são diamantes,
São tesouros que o céu tem reservado.

Colhei, filhos da Mãe Imaculada,
Aqueles que, perdidos pela estrada,
São escravos do mundo da ilusão.
Colhei, filhos da Virgem Poderosa,
Como quem colhe delicada rosa,
Como quem planta, em tudo, a perfeição.

Enxergai, por detrás de tantos vícios,
As vítimas das trevas, dos suplícios,
Que, um dia, à luz do amor deram adeus.
E, resgatando as almas mais sofridas,
Vós sereis novo Sol de tantas vidas,
Comprovando que sois filhos de Deus!
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